quarta-feira, 16 de setembro de 2009

"Algumas pessoas são a favor das baleias.
Outras,das árvores.
Nós gostamos mesmo é de cachorro.
Os grandes e os pequenos.
Os de guarda e os brincalhões.
Os de raça e os vira-latas.
Somos a favor dos passeios,
das corridas e travessuras,
de cavar,coçar,cheirar e brincar.
Somos a favor de parques com cachorros,
de portas para cachorro
e da vida de cão.
Se houvesse um feriado internacional
em que todos os cães fossem reconhecidos
por sua contribuição para a qualidade de vida na terra,nós seríamos a favor também.
Porque SOMOS LOUCOS POR CACHORROS
e CACHORRO É TUDO DE BOM!!!"

"Se todos fizessem um pouco..."

Se as pessoas cuidassem adequadamente de seu animal de estimação e o tratassem com o respeito que ele merece, não haveria abandonos e maus-tratos e os animais fariam parte da família que eles tanto amam.

Se nas escolas ensinassem as crianças desde cedo como cuidar dignamente de um animal e discutissem a importância desta atitude, elas cresceriam valorizando seu amigo, além de se tornarem seres mais responsáveis.

Se as crianças aprendessem a valorizar todas as formas de vida, quando adultos saberiam como ninguém amar e respeitar o ser humano e seriam menos preconceituosas também.

Se estas crianças transmitissem os conhecimentos adquiridos sobre posse responsável aos pais, familiares e amigos e conseguissem influenciá-los, a realidade dos animais seria bem mais positiva.

Se os proprietários entendessem a necessidade de levar seus animais de estimação para castrar, como coisa rotineira, não haveria nascimentos indesejados, abandonos e mortes.

Se as Prefeituras de todas as cidades realizassem campanhas de castração gratuitas para que as pessoas de baixa renda pudessem utilizar este serviço, o problema da superpopulação estaria resolvido ou pelo menos minimizado.

Se os governos entendessem que é muito mais barato e eficaz castrar os animais do que manter a carrocinha e a morte indiscriminada de cães e gatos por injeção letal, já teriam modificado há muito tempo a política dos centros de zoonozes.

Se os animais estivessem todos castrados, não haveria superpopulação e os que porventura ainda estivessem nas ruas não procriariam, o que diminuiria significativamente o número dos desabrigados.

Se não houvesse animais vagando pelas ruas, as pessoas passariam a valorizá-los e eles seriam poucos e especiais.

Se os animais que são comercializados só fossem vendidos já castrados, isto evitaria que muitos aproveitadores quisessem animais de raça só com o intuito de procriação e venda de filhotes.

Se as pessoas entendessem que os animais são seres vivos e sensíveis, elas não desejariam possuir um determinado animal só porque sua raça está na moda. Elas saberiam que por trás daquela raça existe um ser que ama e sofre e que se apega às pessoas que cuidam dele.

Se as pessoas entendessem que os animais, assim como nós, sentem dor e medo, elas se compadeceriam deles e tentariam ajudá-los quando estivessem necessitados.

Se as pessoas se compadecessem dos animais que estão sofrendo nas ruas e os resgatassem e cuidassem deles para depois encaminhá-los para adoção, diminuiria muito o número de mortes por doenças e desnutrição.

Se as pessoas ficassem atentas às necessidades básicas dos animais como alimentação adequada, vacinação anual e abrigo contra as intempéries, todos eles teriam uma vida longa e digna.

Se as pessoas soubessem que os animais além de comida e abrigo precisam também de atenção e carinho, eles seriam muito mais felizes.

Se todos soubessem que prender animais em correntes ou espaços mínimos só gera revolta e infelicidade, todos os animais viveriam livres e satisfeitos no espaço a eles destinado.

Se todos soubessem que os filhotes deveriam ser ensinados apenas com recompensas pelo acerto e nunca com castigos e violência, as pessoas teriam em sua companhia animais adestrados e educados.

Se as pessoas soubessem que seu animal de estimação pode viver entre 12 e 15 anos, dependendo do porte, não haveria tantos abandonos provocados por velhice.

Se as pessoas soubessem que, como qualquer ser humano, os animais precisam mais delas quando estão doentes ou velhos, eles não seriam abandonados no momento que mais necessitam de cuidados.

Se as pessoas proporcionassem uma vida boa aos animais de estimação, receberiam em troca uma gratidão sem limites e uma dedicação que não se iguala a nenhum sentimento humano.

Se todos fizessem um pouco, com certeza esta situação de abandonos, sofrimentos e mortes seria atenuada.

Para que isto aconteça, precisamos lutar e nos empenhar, pois os animais dependem de nós.


Gosto de gente com a
cabeça no lugar,
de conteúdo interno,
idealismo nos olhos
e dois pés no chão
da realidade.
Gosto de gente que ri,
chora,
se emociona com uma
simples carta,
um telefonema,
uma canção suave,
um bom filme,
um bom livro,
um gesto de carinho,
um abraço,
um afago.
Gente que ama e
curte saudades,
gosta de amigos,
cultiva flores,
ama os animais.
Admira paisagens,
poeira;
e escuta.
Gente que tem tempo
para sorrir bondade,
semear perdão,
repartir ternuras,
compartilhar vivências
e dar espaço para as
emoções dentro de si,
emoções que fluem
naturalmente de
dentro de seu ser!
Gente que gosta de fazer
as coisas que gosta,
sem fugir de compromissos
difíceis e inadiáveis,
por mais desgastantes que sejam.
Gente que colhe,
orienta,
se entende,
aconselha,
busca a verdade e
quer sempre aprender,
mesmo que seja de
uma criança,
de um pobre,
de um analfabeto.
Gente de coração
desarmado,
sem ódio e
preconceitos baratos.
Com muito Amor
dentro de si.
Gente que erra e
reconhece,
cai e se levanta,
apanha e
assimila os golpes,
tirando lições
dos erros
e fazendo redentora
suas lágrimas e
sofrimentos.
Gosto muito de
gente assim.......
e desconfio que é
deste tipo de gente
que DEUS também gosta!